
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) examina um fio de cabelo encontrado no celular de Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, desaparecida junto aos seus pais, Isail e Dalmira, 69 e 70, respectivamente, entre 24 e 25 de janeiro, em Cachoeirinha. A análise diz que o vestígio é masculino, avaliando se há possível semelhança com Wagner Domingues, 30 anos, irmão do ex-marido de Silvana e policial militar, Cristiano Domingues Francisco, 39. O PM, preso temporariamente, nega envolvimento nos fatos.
De acordo com o laudo do IGP, tal fio de cabelo foi retirado de um pano que envolvia o telefone de Silvana, encontrado sob uma pedra na rua Palmeira das Missões, próximo ao numeral 413, no bairro Vila Anair, em 7 de fevereiro. A DP de Cachoeirinha alega que uma denúncia anônima teria indicado o local onde estava o aparelho.
O vestígio foi comparado ao DNA da escova de dentes, barbeador e roupas do irmão de Cristiano, após a apreensão dos itens na casa dele em 13 de março. Na data, as casas de sua mãe, 62 anos, e da esposa do PM, Milena Ruppenthal Domingues, 28, também foram alvo de buscas.
Segundo o IGP, ao mesmo tempo em que é avaliada a possibilidade de semelhança entre o fio de cabelo no telefone e o material genético de Wagner Domingues, também não é possível cravar qualquer resultado, sendo a orientação de exames complementares. Em outras palavras, o laudo não aponta de quem é o material genético, dificultando indiciamentos.
Fonte: Marcel Horowitz / Correio do Povo


