
Com base em informações relacionadas a 36 cidades brasileiras (incluindo 22 capitais), o Índice FipeZAP registrou avanço de 0,70% nos preços de
locação residencial em julho de 2026, desacelerando levemente em relação ao resultado observado no mês precedente (+0,81%). Entre os diferentes tipos de imóveis residenciais para locação, as unidades com dois dormitórios apresentaram a alta mais expressiva no período (+0,85%), enquanto os imóveis com quatro ou mais dormitórios registraram avanço comparativamente menor (+0,26%).
Em termos de abrangência geográfica, 27 das 36 cidades monitoradas exibiram aumento nos preços, incluindo 17 das 22 capitais contempladas nesse rol, sendo que em Porto Alegre a alta chegou a +1,07%. Na parcial de 2026, o Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou alta acumulada de 5,97%. Em termos geográficos, os aumentos abrangeram 34 das 36 localidades monitoradas pelo índice, incluindo 21 das 22
capitais analisadas, Em Porto Alegre, o aumento chega a 4,62%.
Já no acumulado dos últimos 12 meses, os preços de locação residencial acumularam alta média de 9,28%. Entre os tipos de imóveis, as unidades com dois dormitórios se destacaram com a maior valorização (+10,21%), enquanto os imóveis com quatro ou mais dormitórios apresentaram avanço comparativamente menor (+6,37%). Individualmente, Porto Alegre acumula alta de 10,78%.
Com base na amostra de anúncios de apartamentos prontos para locação nas 36 cidades monitoradas, o preço médio foi de R$ 54,17/m² em julho de 2026. Entre os tipos de imóveis, os maiores valores foram observados entre unidades de um dormitório (R$ 72,08/m²), e os menores, entre aquelas com três dormitórios (R$ 46,58/m²). Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação, Porto Alegre chegou a R$ 45,99/m².
O retorno médio do aluguel residencial foi estimado em 6,14% ao ano, taxa inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,78% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,84% a.a.). Entre as capitais, Porto Alegre chegou a 7,30% ao ano.


