
Silvete Castro da Silva, 73 anos, encontrada morta dentro de casa, em Charqueadas, no sábado (22), não tinha sinais visíveis de violência externa, nem de abuso sexual, de acordo com laudo da necropsia. A filha dela divulgou a informação nesta quinta-feira, em nota, que pode ser lida ao final desta matéria.
O caso ocorreu na rua Júlio Rosa, área central de Charqueadas. O corpo estava no quarto, debaixo da cama, envolto em cobertores e, da cintura para baixo, sem roupas. Além disso, havia fezes atrás da porta do cômodo.
Igualmente, a casa tinha móveis revirados, com televisão ligada e, além disso, uma calcinha e calça estavam na cozinha. Ademais, vizinhos chegaram a dizer que teriam visto um homem, supostamente conhecido da moradora, entrando na residência, na noite anterior.
A vítima foi sepultada no cemitério do bairro Creche, em Triunfo. A Polícia Civil que, inicialmente, não havia descartado violência sexual seguida de assassinato, investiga a situação.
Leia a nota da filha da vítima
Sobre o óbito de nossa mãe Silvete Castro da Silva;
A divulgação indevida de informações relacionadas à causa da morte de Silvete Castro da Silva merece ser tratada com responsabilidade, respeito e cautela.
A exposição pública de uma suposta causa da morte, sem respaldo em documento oficial ou conclusão pericial, pode gerar interpretações equivocadas e atingir a dignidade e a memória da falecida, de seus familiares e amigos.
No caso em questão, conforme informado, o laudo de necropsia NĂO REGISTRA LESÕES EXTERNAS NO CORPO EXAMINADO. Da mesma forma, segundo o documento mencionado, NÃO CONSTARIAM INDÍCIOS DE ABUSO ou elementos externos que sustentem publicamente tal suspeita.
Assim, é inadequado transformar especulações ou informações não confirmadas, em afirmações perante a sociedade. A causa da morte deve ser divulgada somente com base em elementos técnicos e oficiais produzidos pela autoridade competente.
A publicidade irresponsável de informações sensíveis pode provocar sofrimento aos familiares, comprometer a imagem e a honra da pessoa falecida. Também pode prejudicar a correta compreensão dos fatos e interferir na formação da opinião pública sobre eventual investigação, promovendo assim o ódio na sociedade.
Por isso, é fundamental que qualquer manifestação sobre o caso respeite os documentos periciais, o devido processo legal e a dignidade da pessoa humana.
Enquanto não houver conclusão oficial que demonstre situação diversa, devem prevalecer a prudência, a responsabilidade na divulgação das informações e o respeito à memória de Silvete Castro da Silva, de seus familiares e amigos.
Agradecemos a compreensão de tod@s!
Deixemos descansar em paz o espírito de nossa mãe, que partiu para junto de Deus!
Muita luz e paz para todos nós!
Descanse em paz mãe querida e amada!
Que assim seja!
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Fonte: Marcel Horowitz


