Icon search

Compartilhe:

Ecossistema Serra-Mar entra na etapa de pesquisas

A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: Empreendedorismo-scaled.jpg

Conhecer as características, os desafios e as potencialidades da região é o objetivo da nova etapa do projeto Territórios Empreendedores Ecossistema Serra-Mar, do Sebrae RS. O trabalho envolve a participação de empresários e da comunidade dos 12 municípios que integram a iniciativa e pretende reunir informações que contribuam para identificar prioridades e orientar futuras ações de desenvolvimento do território. A etapa está prevista para seguir até novembro.

A iniciativa integra a estratégia Territórios Empreendedores, do Sebrae, que busca reunir poder público, setor empresarial, instituições de ensino, entidades e sociedade civil na construção de uma visão compartilhada de futuro, considerando as características, necessidades e potencialidades de cada territó

No Ecossistema Serra-Mar, fazem parte do projeto Arroio do Sal, Capão da Canoa, Caraá, Glorinha, Imbé, Itati, Maquiné, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Terra de Areia, Torres e Tramandaí. A proposta é integrar os diferentes atores e ampliar os olhares sobre os caminhos possíveis para o desenvolvimento regional.

Segundo a gestora de Políticas Públicas do Sebrae RS, Tangriane Forest, a escolha do território está relacionada às suas potencialidades e ao movimento de crescimento da população empreendedora. “O projeto tem o objetivo de integrar e apoiar regiões com potencial de desenvolvimento regional, para em conjunto termos olhares plurais sobre as potencialidades e o que precisa de maior apoio na região”, afirma.

DIAGNÓSTICO

A fase de diagnóstico busca compreender as vivências locais e os movimentos que conectam as pessoas, além de identificar oportunidades e aspectos que podem receber maior apoio. Para isso, a participação da comunidade e dos empresários é considerada fundamental, já que as percepções de quem conhece o território contribuem para identificar suas características e possibilidades.

Tangriane destaca a importância da participação das lideranças sociais e institucionais nesse processo. Para ela, esses atores conhecem a região e conseguem reconhecer suas potencialidades sociais, naturais e econômicas, além de identificar aspectos que podem contribuir para a transformação do território.

O desafio, a partir desse levantamento, será mobilizar os diferentes atores em torno de uma visão coletiva e, posteriormente, construir uma agenda de desenvolvimento que fortaleça as redes e apoie processos colaborativos. “Penso que o desafio será engajar as pessoas para uma visão coletiva até chegar na definição de uma agenda de desenvolvimento, fortalecendo as redes e apoiando os processos colaborativos”, explica.

A expectativa é que esse movimento contribua para impulsionar transformações no território a partir de decisões construídas de forma participativa. “A oportunidade que vejo é clara: impulsionar a transformação do território”, resume Tangriane.

A participação da comunidade e dos empresários nesta etapa é uma das bases do projeto. As pesquisas em andamento permitem que diferentes percepções sejam incorporadas ao diagnóstico e ajudem a definir prioridades para as próximas etapas da iniciativa.

Empresários e moradores dos municípios que integram o Ecossistema Serra-Mar podem participar das pesquisas e contribuir com suas percepções sobre a região. A participação ajuda a ampliar o diagnóstico e a construir uma visão mais abrangente sobre os desafios e as oportunidades do território.

Últimas Notícias