
Reprodução / Instagram/@oscarschmidt14
Ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos, em São Paulo. A despedida do ex-atleta causou comoção dentro e fora das quadras.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em viagem para a Europa, lamentou a morte pela rede social X [antigo Twitter], homenageando o jogador com o apelido de “Mão Santa”, usado por décadas pelos narradores esportivos, que se referiam à precisão dos arremessos de Schmidt, o maior pontuador da história do basquete brasileiro.
Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção.
Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e…
— Lula (@LulaOficial) April 17, 2026
Lula reconheceu que o ídolo “uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível”. O presidente disse ainda que “sua dedicação elevou o nome do país e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte”.
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, também se manifestou pela rede social, afirmando que “o esporte brasileiro perde hoje um dos seus maiores atletas”. Para Alckmin, Oscar “não foi só um jogador de basquete, foi uma lenda do basquete mundial, que sempre colocou a defesa do Brasil nas quadras em primeiro lugar”.
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que o legado do ex-jogador “ultrapassa as quadras e se eterniza na história do país”. Em nota, ele afirma a solidariedade do Congresso Nacional com familiares, amigos e admiradores do ex-atleta, com a certeza de que “sua história permanecerá viva na memória dos brasileiros”.
O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, disse ter recebido com tristeza a notícia: “Gigante na trajetória e no talento, deixa como principal marca seus momentos de garra e amor ao esporte e à camisa da Seleção Brasileira”.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lamentou a perda. A mensagem deixada pelo pré-candidato à Presidência da República foi: “Que a sua vontade de vencer, amor à Pátria, disciplina e determinação inspirem a todos nós, em especial jovens e crianças.”
Ex-atleta enfrentou câncer
Aos 55 anos, Oscar teve o diagnóstico de um tumor no cérebro e enfrentou duas cirurgias na cabeça, com a primeira durando 8 horas, além de radioterapia e quimioterapia.
Após 11 anos de tratamento, ele anunciou que estava curado da doença. Em 2022, afirmou que não “desistiu” do tratamento, mas recebeu alta após o médico considerar que ele venceu a batalha contra o câncer.
A causa da morte de Oscar não foi divulgada. Segundo apuração do R7, o ex-atleta chegou a ser atendido mais cedo no Hospital e Maternidade Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal.
Fonte: R7