
O Índice FipeZAP registrou um avanço de 0,84% dos preços de locação em março de 2026, o que representou uma ligeira desaceleração em relação a fevereiro (+0,94%). O resultado, contudo, se manteve acima da variação média mensal dos preços de venda no período (+0,48%). Entre os tipos de imóveis, as unidades que possuíam um dormitório apresentaram uma valorização relativamente mais acentuada (+1,10%), contrastando com o
incremento menos intenso entre aquelas com quatro ou mais dormitórios (+0,65%).
Individualmente, 30 as 36 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação exibiram alta mensal nos preços, incluindo 17 das 22 capitais que integram essa lista, com Porto Alegre em elevação de +0,38%. Ao final do primeiro trimestre de 2026, o Índice FipeZAP de Locação Residencial acumulou uma alta de 2,45%. Em termos geográficos, os aumentos abrangeram 33 das 36 localidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação Residencial, incluindo 20 das 22 capitais mencionadas, com a capital gaúcha registrando uma elevação de +1,99%.
Os preços de locação apresentaram um aumento médio de 8,63% nos últimos 12 meses. Imóveis com três dormitórios se valorizaram acima da média (+9,15%), contrastando com o aumento relativamente menor entre as unidades com dois dormitórios (+8,31%). Individualmente, 34 das 36 localidades mencionadas registraram valorização do aluguel nos últimos 12 meses, incluindo as 21 das 22 capitais. Porto Alegre teve alta de +9,78%.
Já o preço médio de locação residencial foi de R$ 52,34/m² em março de 2026. Os maiores valores foram observados entre imóveis com um dormitório (R$ 69,93/m²) e os menores, entre unidades com três dormitórios (R$ 44,85/m²). Comparando-se os resultados nas 22 capitais, Porto Alegre fechou em R$ 44,84/m²). Com base em dados de março de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 6,05% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses.
Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis com um dormitório (6,73% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,95% a.a.). Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP, Porto Alegre encerrou o período com um retorno de 7,05% a.a;