
Faleceu nessa terça-feira, aos 68 anos, a empresária Moema Dias Bruno, em decorrência de uma parada cardíaca após uma cirurgia. Esposa de Telmo Flor, diretor de Redação do Correio do Povo, ela deixa um legado de profissionalismo, cultura e alegria. Nascida em 11 de março de 1958, Moema era formada em Relações Públicas. Atuou com destaque na área, comandando sua própria empresa e colaborando com grandes companhias. Além do marido, ela deixa dois filhos: Ricardo e Daniela Flor. A despedida ocorrerá nesta quinta-feira, das 9h às 16h30min, na Sala 2 do Angelus Memorial Crematório (Av. Porto Alegre, 320, Medianeira), em Porto Alegre.
Para o concunhado João Crisóstomo Rosenstengel, Moema será lembrada como uma mulher culta, leitora voraz e apaixonada por Música Popular Brasileira, especialmente nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso e Oswaldo Montenegro. “Era sempre risonha e adorava ter a casa cheia, recebendo a todos com um sorriso”, recorda. “Tinha posicionamentos fortes, mas uma ausência total de preconceitos; recebia a todos com a mesma generosidade”.
A amiga pessoal e gerente-geral do Shopping Iguatemi, Nailê Santos, reforça sua competência no mercado de marketing e eventos nacional: “Moema era uma mulher espetacular. Forte e competente, mas simultaneamente doce e sensível. Foi responsável pelos recursos humanos de grandes promoções e, principalmente, dos Natais de diversos shoppings. Uma parceira inesquecível”.
Embora nunca tenha integrado o quadro do CP, sua presença foi vital no periódico, como destaca o jornalista Jonathas Costa: “Moema nunca trabalhou formalmente no Correio do Povo, mas teve presença constante na trajetória do jornal. Sempre ao lado do Telmo, em especial nos momentos mais desafiadores, foi fonte de apoio inesgotável. Era dona de uma firmeza de caráter irretocável e presença acolhedora. Deixa-nos como legado a certeza de que a lealdade às convicções é o que sustenta as grandes histórias”.
Coordenadora de Produção do CP, Luciamem Winck recorda com carinho e gratidão de Moema. “Era nossa colega, de todos. Quando estava lutando contra um câncer ou quando fui atingida na enchente, ela ligava perguntando se eu precisava de alguma coisa e prestou grande apoio. Esses atos não vou esquecer. Estou arrasada”.
Fonte: Correio do Povo