
O Índice FipeZAP registrou avanço de 0,85% nos preços de locação residencial em 36 localidades pesquisadas em maio de 2026, desacelerando em relação ao resultado observado no mês precedente (+1,04%). Entre os diferentes tipos de imóveis, as unidades com dois dormitórios apresentaram a alta mais expressiva em maio (+1,09%), contrapondo-se ao comportamento negativo do aluguel de imóveis de três dormitórios no período (-0,16%).
Individualmente, parte expressiva das cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação exibiu alta nos preços, incluindo 15 das 22
capitais contempladas, sendo que em Porto Alegre o crescimento chegou a +0,43%. No balanço parcial de 2026, entre janeiro e maio, o Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou alta acumulada de 4,40%, sendo que em termos geográficos, os aumentos abrangeram a maioria das localidades monitoradas pelo índice, incluindo 21 das 22 capitais analisadas: a capital gaúcha chegou a uma alta de +2,63%.
No acumulado dos últimos 12 meses, os preços de locação residencial acumularam alta média de 8,68%. Entre os tipos de imóveis, as unidades com três dormitórios se destacaram com a maior valorização (+9,69%), enquanto os imóveis de quatro ou mais dormitórios apresentaram avanço comparativamente menor (+7,52%). Individualmente, Porto Alegre chegou a alta de +9,26%.
Com base na amostra de anúncios de apartamentos prontos para locação nas 36 cidades monitoradas, o preço médio foi de R$ 53,35/m² em maio de 2026. Entre os tipos de imóveis, os maiores valores foram observados entre unidades de um dormitório (R$ 71,24/m²), e os menores, entre aquelas com três dormitórios (R$ 45,84/m²). Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação, Porto Alegre chegou a R$ 45,12/m². Com base em dados de maio de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi estimado em 6,11% ao ano, sendo que a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,77% ao ano), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,90% a.a.). Entre as capitais, os retornos anualizados chegaram a 7,11% em Porto Alegre.


