O Índice FipeZAP, com o comportamento dos preços de locação residencial em 36 cidades brasileiras registrou uma elevação de 0,96% no aluguel residencial em janeiro de 2025, acelerando marginalmente em relação ao resultado de dezembro/2024 (+0,93%). Entre os imóveis disponíveis para locação, as unidades que possuíam três dormitórios apresentaram uma valorização relativamente mais acentuada no período (+1,17%), contrastando com o incremento menos expressivo entre imóveis que contavam de apenas um dormitório (+0,77%).
Considerando as 36 cidades que compõem o Índice FipeZAP de Locação Residencial, 33 apresentaram valorização, incluindo 20 das 22 capitais que integram a lista. Porto Alegre terminou o período com alta de +0,69%. Já na avaliação dos 12 meses, o Índice FipeZAP, o aluguel residencial registrou uma valorização acumulada de 13,16%. Em termos tipológicos, unidades residenciais com um dormitório exibiram uma valorização mais elevada nos últimos 12 meses (+14,36%), contrastando com o incremento relativamente menor das unidades com três dormitórios (+12,16%). Individualmente, Porto Alegre teve alta de +25,98%.
Com base em dados de anúncios de apartamentos prontos e disponíveis para serem alugados nas 36 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação Residencial, o preço médio do aluguel foi de R$ 46,94/m² em janeiro deste ano. Considerando as diferentes tipologias de unidades residenciais, os maiores valores da amostra foram observados no aluguel de imóveis com um dormitório (R$ 62,83/m²) e os menores, entre unidades com três dormitórios (R$ 40,11/m²). Na capital gaúcha o valor chegou a R$ 40,99/m².
Com base em dados do mês passado, o retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 5,82% ao ano, taxa inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. Em termos comparativos, a rentabilidade projetada foi relativamente maior entre imóveis com apenas um dormitório (6,58% ao ano), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,73% ao ano). Entre as capitais, Porto Alegre chegou a 6,69% ao ano.