
O Tribunal do Júri, no Foro da Comarca de Canoas, condenou a mulher acusada de matar o fotógrafo José Gustaco Bertuol Gargioni, ocorrida em 2015. O julgamento terminou nesta terça-feira, por volta das 18h30. Ela recebeu pena de 26 anos e oito meses de prisão em regime fechado por homicídio qualificado.
A sessão começou pouco antes das 10h e foi presidida pelo Juiz de Direito Bruno Barcellos de Almeida, titular da 1ª Vara Criminal. A acusada, de 31 anos, não compareceu ao Foro e foi julgada à revelia. Ela é considerada foragida da Justiça.
A acusação em plenário foi conduzida pelas Promotoras de Justiça Ministério Público Estadual, Daniela Fistarol e Rafaela Hias Moreira Huergo. A defesa da ré foi realizada pelos Advogados dativos Martin Mutschall Gross e Felipe Décio Trelles.
Julgamento
A ré, considerada foragida pela Justiça antes mesmo do julgamento, foi condenada pelo crime de homicídio triplamente qualificado — por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Durante o júri, foi ouvida apenas uma testemunha de acusação, o delegado de polícia responsável pela investigação do caso. Na parte da tarde do julgamento, familiares da vítima acompanharam a sessão, entre eles a mãe do fotógrafo, que esteve presente vestindo uma camiseta com a foto do filho.
José Gustavo Bertuol Gargioni, então com 22 anos, foi atraído para uma emboscada e morto a tiros em Canoas, tendo o corpo localizado na Praia de Paquetá.
Ela foi condenada por homicídio qualificado a 26 anos 8 meses de prisão em regime fechado. O julgamento, sem a presença da ré, iniciou pouco antes das 10h e se estendeu até por volta das 19h, no Fórum da Comarca, com atuação das promotoras de Justiça Daniela Fistarol e Rafaela Hias Moreira Huergo, que sustentaram a acusação em plenário.
JULGAMENTO
A ré, considerada foragida pela Justiça antes mesmo do julgamento, foi condenada pelo crime de homicídio triplamente qualificado — por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Durante o júri, foi ouvida apenas uma testemunha de acusação, o delegado de polícia responsável pela investigação do caso. Na parte da tarde do julgamento, familiares da vítima acompanharam a sessão, entre eles a mãe do fotógrafo, que esteve presente vestindo uma camiseta com a foto do filho.
José Gustavo Bertuol Gargioni, então com 22 anos, foi atraído para uma emboscada e morto a tiros em Canoas, tendo o corpo localizado na Praia de Paquetá.