
O Rio Grande do Sul tinha em 2025 um percentual de 89,9% de domicílios com rede geral como principal forma de abastecimento de água. O índice está entre os sete mais altos do Brasil. Neste critério, que traz as características gerais das moradias, o líder é o estado de São Paulo, porcentagem de 96%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Ao longo do período de 2016 a 2025, houve pequena expansão de 0,3 ponto percentual de domicílios que possuíam a rede geral como o principal meio de abastecimento de água, no País. Nas áreas urbanas, 93,1% dos domicílios tinham como fonte de abastecimento de água a rede geral, contra 31,7% da rural (-2,5 p.p. em relação a 2016).
Com exceção da Região Norte (70,8%), em todas as demais Grandes Regiões, mais de 90% dos domicílios em situação urbana possuíam a rede geral como a principal forma de abastecimento de água.
Disponibilidade diária
No critério que aborda domicílios que utilizam a rede geral como principal forma de abastecimento de água, com disponibilidade diária, o Rio Grande do Sul é o décimo estado em termos percentuais. O índice alcançado em 2025 é de 95,3%, o que deixa o território gaúcho atrás de Paraná (95,4%). , São Paulo (95,7%). , Roraima (96,2%). , Santa Catarina (96,4%). , Tocantins (96,5%). , Goiás (97,1%). , Mato Grosso do Sul (97,2%). , Espírito Santo (97,4%) e Distrito Federal (98,7%).
Conforme o IBGE, no que diz respeito ao esgotamento sanitário, a pesquisa mostra que o Rio Grande do Sul tinha em 2025 percentual de 71,6% de domicílios com acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede geral de esgoto. O índice é superior ao constatado em Santa Catarina (65,9%), mas inferior àquele identificado no Paraná (75,6%). Os números do RS são levemente melhores na comparação com o Brasil (71,4%).
Os maiores índices de domicílios com acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede geral de esgoto estão na região Sudeste, composta por Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. O território paulista é superior aos demais neste critério, com percentual de 94,5%.
O índice de domicílios em situação urbana no RS com acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede geral de esgoto era de 80% em 2025. Neste quesito, o Estado é apenas o sétimo, superado por Paraná, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.
Fonte: Correio do Povo