
O efetivo do 1º Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), recordista em apreensão de armamento no Rio Grande do Sul, recolheu 269 armas entre janeiro e setembro deste ano. Em comparação a 2025, quando houve apreensão de 264 armas no mesmo período, o aumento de efetividade chega a quase 2%.
Além disso, as apreensões somaram 5.136 munições, expansão de 24%. Outro destaque é a apreensão de 335,23 quilos de drogas, aumento de 126,6%, desde o início do ano.
O prejuízo financeiro das facções, ademais, também já é maior em 2026. Logo, em outras palavras, a soma de dinheiro recuperado é de quase R$ 676 mil, aumento de 665,5%.
“Tudo isso é fruto do trabalho e dedicação de uma tropa que se orgulha da missão e do batalhão ao qual pertence. A consistência dos números é consequência de um trabalho permanente, somando preparação e planejamento, e traduzido em ações qualificadas a serviço da sociedade. Nada disso é obra do acaso. Nosso compromisso é buscar resultados cada vez melhores”, afirmou o comandante do 1°BPChq, tenente-coronel Rodrigo Betat Machado.
Recorde de apreensão de armas
O 1º BPChq detém o recorde do maior número de armamento recolhido na história da Brigada Militar. Isso porque, ao final de 2025, a unidade somou 366 armas de fogo apreendidas.
Igualmente, o 1º BPChq encerrou o ano passado sem registrar nenhum episódio de violência em jogos de futebol. Ademais, atuou de forma decisiva no sistema prisional, garantindo a passagem de comando da Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), em Charqueadas, à Polícia Penal.
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Fonte: Marcel Horowitz / Rádio Guaíba

