
Próximo ao início das aulas e visando à alta procura por materiais escolares, o Procon Porto Alegre divulgou, nesta quarta-feira, 4, a 2ª pesquisa de preços de itens básicos mais solicitada pelas escolas.
A maior diferença de preço continua sendo entre os itens mais baratos da lista, porém, os valores tiveram uma baixa considerável em relação à 1ª pesquisa. Exemplo disso é o lápis preto nº2, que em janeiro chegou a custar entre R$0,15 e R$0,30. Neste período, faltando 14 dias para o início das aulas, são encontrados nos mesmos fornecedores com valores entre R$0,10 a R$0,15.
O mesmo pode ser notado no papel ofício A4 de 500 folhas, o item mais caro cotado na primeira pesquisa, com valor máximo chegando a R$ 27,98. Ele foi encontrado na 2ª pesquisa entre R$ 23,49 a R$ 23,69. Apontadores, dependendo do modelo, variam de R$0,12 a R$0,69, e as borrachas podem ser encontradas por valores entre R$0,10 e R$0,74. Já o caderno universitário, de 10 matérias e 160 folhas, continua na mesma faixa de valores da pesquisa anterior, custando entre R$ 9,98 e R$10,19.
O diretor do Procon, Wambert Di Lorenzo, relaciona a queda nos preços com a proximidade do início do ano letivo, período em que o consumidor pode obter um bom desconto, diante da ação de comparar os preços oferecidos pelos lojistas. Wambert lembra que é importante a atenção ao verificar se há de fato diferença entre valores comprando no site e na loja física, se o site escolhido para compra é confiável, se está claro se tem custo do frete, e conferir se de fato está obtendo desconto na promoção ofertada.
Orientação
O Procon reforça a orientação para que o consumidor leve a lista de itens na hora da compra. Como as promoções ganham ampla divulgação neste período, vale a lei da oferta e da procura, mas também prevalece o Direito do Consumidor, para evitar que o cidadão seja lesado.
A pesquisa tem validade até 9 de fevereiro.