
O volume de saques líquidos da caderneta de poupança apresentou uma elevação em março na comparação com o mês anterior, a R$11,1 bilhões, no terceiro mês seguido de retiradas. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 9, pelo Banco Central. Em janeiro, os saques somaram R$23,5 bilhões, maior volume de retiradas em um ano, e chegaram a R$6,6 bilhões em fevereiro.
No mês passado, houve um saldo negativo de R$9,0 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), enquanto a poupança rural teve saques líquidos de R$2,0 bilhões.
A rentabilidade atual da caderneta de poupança é dada pela taxa referencial (TR) mais uma remuneração fixa de 0,5% ao mês. Esta fórmula vale enquanto a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano — a taxa básica de juros está atualmente em 14,75% ao ano.
A caderneta de poupança registrou, no primeiro mês do ano, o maior volume de retiradas líquida em 12 meses, somando R$ 23,5 bilhões. Entretanto, o valor é inferior ao verificado no mesmo mês em 2025, quando chegou a R$ 26,2 bilhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 6, pelo Banco Central divulgados.
No primeiro mês do ano passado, houve um saldo negativo de R$ 18,8 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A poupança rural teve saques líquidos de R$ 4,7 bilhões. Nos dois casos foi o maior volume de retiradas desde igual mês do ano passado.
A rentabilidade da caderneta de poupança é dada pela taxa referencial (TR) mais uma remuneração fixa de 0,5% ao mês. Esta fórmula vale enquanto a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano, atualmente em 15% ao ano.