
A caderneta de poupança registrou uma retirada líquida de R$ 6,6 bilhões em fevereiro. Conforme dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira, 6, os depósitos somaram R$ 326,7 bilhões, e as retiradas, R$ 333,3 bilhões. Com o rendimento de R$ 6,1 bilhões, o saldo da modalidade atingiu R$ 1,005 trilhão.
No acumulado de 2026, a caderneta de poupança tem saque líquido de R$ 30,1bilhões, com R$ 688,1 bilhões em saques e R$ 658,0 bilhões em depósitos. O rendimento em 2026, de janeiro a fevereiro, é de R$ 12,6 bilhões. O estoque total da caderneta de poupança no final de fevereiro ainda permaneceu acima de R$ 1 trilhão.
O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), principal modalidade de financiamento imobiliário no Brasil, fechou fevereiro com déficit de R$ 4,0 bilhão, enquanto a poupança rural teve R$ 2,5 bilhão de retiradas a mais que os depósitos no mês.
A caderneta de poupança registrou, no primeiro mês do ano, o maior volume de retiradas líquida em 12 meses, somando R$ 23,5 bilhões. Entretanto, o valor é inferior ao verificado no mesmo mês em 2025, quando chegou a R$ 26,2 bilhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 6, pelo Banco Central divulgados.
No primeiro mês do ano passado, houve um saldo negativo de R$ 18,8 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A poupança rural teve saques líquidos de R$ 4,7 bilhões. Nos dois casos foi o maior volume de retiradas desde igual mês do ano passado.
A rentabilidade da caderneta de poupança é dada pela taxa referencial (TR) mais uma remuneração fixa de 0,5% ao mês. Esta fórmula vale enquanto a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano, atualmente em 15% ao ano.