
Os blocos carnavalescos retornam às ruas de Porto Alegre entre este sábado e a próxima terça-feira, com cortejos gratuitos, programação descentralizada e estrutura garantida pelo município. A prefeitura investiu R$ 500 mil para viabilizar a saída dos blocos, assegurando apoio financeiro, infraestrutura e segurança para os foliões.
Ao todo, 18 blocos oficiais participam da programação do Carnaval 2026, distribuídos em cinco circuitos e diferentes regiões. A expectativa é reunir mais de 20 mil pessoas ao longo dos quatro dias de folia.
Do total investido, metade foi destinada aos cachês das agremiações e o restante à infraestrutura, que inclui banheiros químicos, gradis, atendimento com ambulâncias e reforço na segurança. A programação foi definida por meio de edital do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte), da Secretaria Municipal da Cultura.
Os trajetos e circuitos resultam de escutas com coletivos dos bairros, subprefeituras e o Orçamento Participativo, garantindo um Carnaval mais próximo das comunidades. A edição deste ano reforça a proposta de descentralização do Carnaval de Rua para as zonas Norte e Sul, além da Orla do Guaíba e, novamente, para a Cidade Baixa, que volta após seis anos. “É importante reconhecer o papel social e cultural desenvolvido pelos blocos nas comunidades, especialmente nas periferias”, destacou a secretária municipal da Cultura, Liliana Cardoso.
Ao todo, 18 blocos oficiais participam da programação do Carnaval 2026, distribuídos em cinco circuitos e diferentes regiões. A expectativa é reunir mais de 20 mil pessoas ao longo dos quatro dias de folia.
Do total investido, metade foi destinada aos cachês das agremiações e o restante à infraestrutura, que inclui banheiros químicos, gradis, atendimento com ambulâncias e reforço na segurança. A programação foi definida por meio de edital do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte), da Secretaria Municipal da Cultura.
Os trajetos e circuitos resultam de escutas com coletivos dos bairros, subprefeituras e o Orçamento Participativo, garantindo um Carnaval mais próximo das comunidades. A edição deste ano reforça a proposta de descentralização do Carnaval de Rua para as zonas Norte e Sul, além da Orla do Guaíba e, novamente, para a Cidade Baixa, que volta após seis anos. “É importante reconhecer o papel social e cultural desenvolvido pelos blocos nas comunidades, especialmente nas periferias”, destacou a secretária municipal da Cultura, Liliana Cardoso.
Fonte: Correio do Povo