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Locação residencial em Porto Alegre sobe 1,02% em agosto, aponta indicador

Crédito: Getty Images/iStockphoto

Com base em informações referentes a 36 cidades brasileiras, incluindo 22 capitais, o Índice FipeZAP registrou avanço de 0,55% nos preços de
locação residencial em agosto de 2026, resultado que representou uma nova desaceleração em relação aos meses precedentes. Entre os diferentes tipos de imóveis residenciais anunciados para locação, as unidades com quatro ou mais dormitórios apresentaram a alta mais expressiva no período (+0,72%), enquanto os imóveis com um dormitório registraram avanço comparativamente menor (+0,46%).

Em termos de abrangência geográfica, 27 das 36 cidades monitoradas exibiram aumento nos preços, incluindo Porto Alegre, com alta de +1,02%). No balanço parcial de 2026, o indicador apresentou alta acumulada de 6,56% no ano, enquanto na capital gaúcha chegou a 5,69%, contrastando com a cidade de Pelotas, a única queda com -7,18%.

No acumulado dos últimos 12 meses, os preços de locação residencial acumularam alta média de 9,16%. Entre os tipos de imóveis, as unidades com dois dormitórios se destacaram com a maior valorização (+10,25%), enquanto os imóveis com quatro ou mais dormitórios apresentaram avanço comparativamente menor (+6,42%). Todas as 22 capitais registraram alta nos preços de locação nos últimos 12 meses, com Porto Alegre chegando a uma elevação de 11,04%.

Com base na amostra de anúncios de apartamentos para locação nas 36 cidades monitoradas, o preço médio foi de R$ 54,47/m² em agosto de 2026. Entre os tipos de imóveis residenciais, os maiores valores foram observados entre unidades de um dormitório (R$ 72,41/m²), e os menores, entre aquelas com três dormitórios (R$ 46,86/m²). Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação, Porto Alegre chegou a R$ 46,46/m².

Já o retorno médio do aluguel residencial foi estimado em 6,14% ao ano, Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,77% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,85% a.a.). Entre as 22 capitais, Porto Alegre chegou a 7,35% ao ano.

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