
O Ibovespa B3 segue sem subir no mês de agosto ao terminar esta quinta-feira,13, em baixa de 0,23%, aos 167.100,95 pontos. Com balanços corporativos e dados macroeconômicos no radar, a principal referência da bolsa brasileira não acompanhou o mercado internacional.
As vendas no comércio brasileiros cresceram 0,5% na passagem de maio para junho e fecharam o primeiro semestre com expansão de 1,9%, quando comparadas ao mesmo período do ano passado. Na comparação com junho de 2025, a alta é de 2,9%. No acumulado de 12 meses, o comércio tem variação positiva de 1,6%. No segundo trimestre, houve recuo de 0,4% em relação ao primeiro trimestre de 2026.
Do lado dos balanços, a Hapvida (HAPV3), perdeu 33,09%, após a tendência de judicialização vir significativamente pior do que o esperado. Já o papel do Banco do Brasil (BBAS3) perdeu 4,16%, após seu lucro ajustado superar as estimativas, mas o avanço da inadimplência em pessoas físicas e pressão sobre o capital mantiveram tom cauteloso entre analistas.
No exterior, os dados de inflação ao produtor dos EUA, o PPI, ficaram estáveis em julho, o que ajudou a aliviar a pressão sobre o Federal Reserve para uma alta nos juros na reunião de setembro.
Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 168.515,49 pontos na máxima intradiária e 166.196,92 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 28,1 bilhões. A saída de investimentos brasileiros também reforçou o câmbio, que viu a moeda norte-americana ganhar espaço. No fim do dia, o dólar comercial subiu 0,25%, a R$ 5,19.
(*) com B3


