Icon search

Compartilhe:

Governo tenta aprovar fim da 6×1 e avança com PEC da Segurança no Senado nesta quarta

PEC do fim da escala 6×1 e PEC da Segurança Pública são prioridades do governo | Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Após aprovação relâmpago da PEC da Segurança Pública na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o governo foca em avançar nesta quarta-feira (14) com a PEC do fim da escala 6×1.A articulação envolve concluir a votação da redução da jornada em dois turnos no plenário.

No início da manhã, a bancada governista conseguiu finalizar a votação da proposta de segurança na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O texto-base já havia sido aprovado anteriormente, mas foram feitos três destaques que seriam analisados à parte. Os itens não chegaram a ser votados e foram declarados prejudicados.

Relator da proposta, o senador Rogério Carvalho rejeitou os pedidos de mudança, mas negociou ajustes na redação para resolver as divergências sem mudanças de conteúdo. Assim, a estratégia é não obrigar que o texto volte para a Câmara e atrase a conclusão da análise.

Já o fim da 6×1 está na pauta da sessão das 14h, quando termina a última discussão obrigatória antes da votação em primeiro turno.

Governo quer concluir votação da 6×1

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), deve apresentar um requerimento de calendário especial para permitir a votação dos dois turnos no mesmo dia.

Segundo ela, esse é o entendimento firmado com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Ao encerrar a sessão de terça-feira (13), Alcolumbre informou que já havia assinaturas suficientes para colocar o pedido em votação no plenário.

O calendário especial permite dispensar o intervalo e as sessões de discussão exigidos entre os turnos.

Se os senadores aprovarem o pedido, poderão realizar a segunda votação na sequência da primeira.

A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.

A articulação ganhou um novo elemento na terça, quando Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, anunciou que votará a favor da proposta.

A declaração ocorreu depois de uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar do apoio, o senador manteve críticas aos impactos sobre as empresas e defendeu compensações pelo governo.

Fonte: R7

Últimas Notícias