
Dados da Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo, mostram que, no ano passado, as famílias brasileiras gastaram 10,7% a mais com remédios do que em 2024, passando de R$ 216 bilhões para R$ 238,9 bilhões no total de despesas. Com o reajuste previsto para vigorar a partir do próximo dia 1, a tendência é que tais valores sejam ainda mais altos ao longo de 2026. No Rio Grande do Sul este percentual chegou a 9,1% no ano passado somando R$ 17,6 bilhões.
Liderando o ranking nacional, segundo o levantamento, só o estado de São Paulo respondeu por R$ 67 bilhões desses desembolsos. Em seguida, apareceu Minas Gerais e seus R$ 26,5 bilhões; Rio de Janeiro com R$ 21,2 bilhões e, na quarta posição, Rio Grande do Sul representando quase R$ 18 bilhões dos gastos. Em contrapartida, caiu a quantidade de farmácias instaladas no País. De 2024 para 2025, cerca de 476 (ou 0,4%) unidades foram fechadas, totalizando 123.089 estabelecimentos no ano passado.