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Estratégias de resiliência na região Metropolitana de Porto Alegre são discutidas em seminário da Granpal

1º Seminário Internacional – Desafios para o Crescimento Econômico, Sustentável e Resiliente na Região Metropolitana de Porto Alegre Foto: Alina Souza/CP

Estratégias de resiliência e crescimento da economia a longo prazo em Porto Alegre e municípios do entorno são discutidos em um evento nesta terça-feira, no Instituto Caldeira, na Capital. O 1º Seminário Internacional – Desafios para o Crescimento Econômico, Sustentável e Resiliente na Região Metropolitana de Porto Alegre, promovido pela Associação dos Municípios da Região Metropolitana (Granpal), debate a necessidade de uma permanente governança compartilhada, especialmente para enfrentar crises climáticas e promover o desenvolvimento regional.

O evento confirmou fontes nacionais e globais, como o engenheiro Dennis Gambarine, que atua no instituto Deltares, da Holanda, voltado a infraestruturas resilientes e gestão de riscos climáticos, além do ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. Para o presidente da Granpal e prefeito de Alvorada, Douglas Martello, a região tem caráter estratégico, considerando ser a mais importante do Rio Grande do Sul em termos econômicos.

“Falamos muito em reconstrução, o que significa querer reconstruir algo que já existiu. Quero abandonar esta palavra, para que possamos, a partir deste novo momento, começar a construir algo melhor do que tínhamos anteriormente, e só vamos fazer isto com preparo, bons debates e inovação”, disse Martello.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, também presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), afirmou que o desenvolvimento sustentável exige uma “mudança mental” coletiva. “Governança metropolitana não é uma coisa singela. Estes temas de vidas melhores e cidades melhores não param nas divisas com Canoas, Viamão, Cachoeirinha ou Eldorado do Sul. Elas precisam ter uma transversalidade e uma sustentabilidade, e também não faz com discursos vazios. É preciso ter uma integração constante”, disse Melo.

O chefe do Executivo da Capital ainda intervenções necessárias no Arroio Feijó, um desafio estimado em R$ 2,5 bilhões que é fundamental, de acordo com ele, tanto para os municípios de Alvorada quanto para Porto Alegre, envolvendo o acolhimento e reassentamento de cerca de 2,4 mil famílias.

Foto: Correio do Povo

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