
O Centro Nacional de Pesquisa do Trigo foi criado em 1974, na região norte do Rio Grande do Sul, com o objetivo de aumentar a produção do cereal nas lavouras brasileiras.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi criada um ano antes, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento agrícola nacional por meio da geração de conhecimento e soluções tecnológicas para melhorar a qualidade e produtividade do campo.
Com sede em Brasília, a Embrapa conta com 43 unidades, localizadas em importantes polos de produção agrícola no território nacional.
A inauguração do Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (atual Embrapa Trigo) ocorreu em 28 de outubro de 1974.
Foi a primeira unidade da Embrapa instalada fora da capital federal. Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, foi a cidade escolhida para sediar a Unidade, considerando a importância do trigo na região. O centro de pesquisa foi criado com o objetivo de contribuir para a redução da dependência do Brasil na importação de trigo, alavancando o desenvolvimento da cultura no País.
Ainda hoje, a placa oficial apresentada na cerimônia de inauguração está preservada na parede com a missão da Embrapa Trigo:
“Este centro dedicará todo o esforço à produção de trigo de que o Brasil necessite”.
Aumento de produtividade, redução dos custos de produção e expansão da área com cereais de inverno são alguns dos resultados gerados pela Embrapa Trigo nas suas cinco décadas de existência.
Infraestrutura
As instalações da Embrapa Trigo estão distribuídas em três áreas no Brasil. A sede concentra a maior parte de infraestrutura laboratorial, administrativa e de apoio à pesquisa, com área total de 306 hectares. Em Coxilha/RS, está o campo experimental “Área II”, constituído, prioritariamente, por áreas de experimentação agrícola e produção de sementes em 110 hectares.
Na região do Cerrado, a Embrapa Trigo partilha 223 hectares com outras Unidades um núcleo avançado de pesquisas (em estruturação), localizado em Uberaba/MG.
Atualmente, a equipe conta com 174 empregados distribuídos nos cargos de técnicos (48), assistentes (44), pesquisadores (42) e analistas (40). A gestão conta com Jorge Lemainski na Chefia Geral, Arminda Luciana D’ Avila na Chefia de Administração, Giovani Faé na Chefia de Transferência de Tecnologia e Mercio Strieder na Chefia de Pesquisa.

