
Com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou um aumento médio de 0,20% em janeiro de 2026, o que representou uma desaceleração em relação aos dois meses anteriores: novembro (+0,58%) e dezembro (+0,28%). Além disso, a variação também foi inferior ao registro de janeiro de 2025, quando os preços residenciais avançaram, em média, 0,59%. Em um contexto histórico ampliado, o último resultado mensal representou a menor variação do Índice FipeZAP desde março de 2021 (+0,18%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 03, pela Fipe, em parceria com Grupo OLX (Zap, Viva Real e Olx).
Considerando as diferentes tipologias, o maior avanço mensal ocorreu em imóveis com um dormitório (+0,46%), enquanto unidades com três dormitórios registraram a menor variação mensal (-0,16%). No abrangência geográfica, 47 das 56 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP exibiram valorização em janeiro, incluindo 16 das 22 capitais. Porto Alegre registrou um recuo de Porto Alegre -0,12%.
Já no acumulado dos últimos 12 meses, o Índice FipeZAP passou a acumular uma alta de 6,12%. No recorte tipológico, imóveis com um dormitório registraram a maior valorização nos últimos 12 meses (+7,77%), contrastando com a menor variação média dos preços de unidades que contavam com quatro ou mais dormitórios (+5,09%). A capital gaúcha apresentou uma variação positiva de +4,58%.
A partir de informações da amostra de anúncios de imóveis residenciais (apartamentos prontos) para venda em janeiro de 2026, o preço médio apurado no âmbito do Índice FipeZAP foi de R$ 9.642/m². Entre os tipos de imóveis analisados, imóveis com um dormitório apresentaram o maior preço médio (R$ 11.717/m²), enquanto as unidades com dois dormitórios registraram o menor valor (R$ 8.653/m²). Considerando as 56
localidades monitoradas, entre os menores valores amostrais Pelotas chegou a R$ 4.334/m², enquanto em Porto Alegre o mesmo valor chegou a R$
7.500/m²).