
O Índice FipeZAP de venda residencial registrou um aumento médio de 0,48% em março de 2026, superando os resultados dos três meses anteriores: dezembro (+0,28%), janeiro (+0,20%) e fevereiro (+0,32%). Entre os tipos de imóveis residenciais, com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, a elevação foi relativamente maior entre unidades com um dormitório (+0,65%), ao passo que aquelas com quatro ou mais dormitórios registraram a menor variação mensal (+0,20%).
Individualmente, a alta abrangeu todas as 56 cidades monitoradas, incluindo as 22 capitais que integram essa lista, Porto Alegre registrou alta +0,62%, sendo que ao final do primeiro trimestre de 2026, o Índice FipeZAP de Venda Residencial acumulou uma elevação de 1,01%. Em termos geográficos, a valorização abrangeu 51 das 56 cidades monitoradas, incluindo 20 das 22 capitais mencionadas, sendo que na capital gaúcha a alta chegou a +0,69%. No acumulado dos últimos 12 meses, o Índice FipeZAP passou a registrar uma alta de 5,62%. Nesse horizonte temporal, imóveis com um dormitório lideraram a valorização (+7,42%), contrastando com a menor variação de preço entre unidades com três dormitórios e de quatro ou mais dormitórios (+4,82%).
Sob a ótica individual, 55 das 56 cidades acompanhadas registraram valorização dos imóveis à venda, incluindo as 22 capitais. Porto Alegre teve elevação de +4,36%. Com base em informações da amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em março de 2026, o preço médio
apurado no âmbito do Índice FipeZAP foi de R$ 9.720 /m². Entre os tipos de imóveis residenciais ofertados no período, aqueles que possuíam um dormitório apresentaram o maior preço médio (R$ 11.849/m²), enquanto as unidades com dois dormitórios registraram o menor valor (R$ 8.732/m²). Considerando as 22 capitais que integram o cálculo do Índice FipeZAP, Porto Alegre chegou a R$ 7.560/m².