
O Índice FipeZAP registrou um aumento médio de 0,60% nos preços de locação residencial em outubro de 2025, pouco acima da variação observada no mês anterior (+0,55%). Entre os tipos de imóveis analisados, unidades de três dormitórios apresentaram novamente a maior variação no período de referência (+0,68%), contrastando com o incremento relativamente menor entre imóveis com quatro ou mais dormitórios (+0,43%). Considerando as 36 localidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação Residencial, 29 apresentaram aumento nos preços de locação residencial, incluindo 18 das 22 capitais que integram essa lista. Porto Alegre apresentou um aumento de +1,36% em igual período.
No acumulado até outubro, o Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou um avanço médio de 8,06% no ano. Em termos de abrangência geográfica, a alta nos preços de locação residencial ocorreu em 35 das 36 localidades onde o segmento é acompanhado, incluindo as 22 capitais já mencionadas. Na capital gaúcha o aumento é de +7,03%. Nos últimos 12 meses, os preços de locação residencial acumularam uma alta de 10,08%. Entre os tipos de imóveis residenciais para locação, unidades com um dormitório exibiram o maior aumento nos preços (+10,62%), enquanto aquelas de quatro ou mais dormitórios exibiram a menor valorização no período (+9,37%). No plano individual, 35 das 36 localidades monitoradas registraram aumento no valor do aluguel residencial, incluindo as 22 capitais listadas: Porto Alegre teve alta de +9,44%.
Com base em informações da amostra de anúncios de apartamentos prontos nas 36 cidades que compõem o Índice FipeZAP de Locação Residencial, o preço médio anunciado foi de R$ 50,32/m². Entre os tipos de imóveis, o maior valor médio foi registrado em unidades de um dormitório (R$ 67,62/m²) e o menor, em imóveis com três dormitórios (R$ 43,23/m²). Entre as 22 capitais citadas, os preços médios identificados na amostra de outubro de 2025 sendo que em Porto Alegre o valor chegou a R$ 43,57/m²), enquanto a rentabilidade do aluguel residencial foi avaliado em 5,94% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos
próximos 12 meses.
Em termos comparativos, a rentabilidade média projetada do aluguel residencial foi relativamente maior entre imóveis com um dormitório (6,70% a.a.), contrapondo-se ao menor percentual calculado para unidades com quatro ou mais dormitórios (4,83% a.a.). Entre as 22 capitais monitoradas, a capital dos gaúchos teve elevação de 6,80%.