
A massa de rendimento real habitual (R$ 380,3 bilhões) do trimestre terminado em junho, quando comparada ao trimestre móvel de janeiro a março de 2026, apresentou estabilidade. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve aumento de 3,6%, o que representa um acréscimo de R$ 13,2 bilhões na massa de rendimentos. Os dados são da PNAD Contínua Mensal, divulgada hoje (30) pelo IBGE.
O rendimento real habitual recebido de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.738; registrando estabilidade frente ao trimestre de janeiro a março de 2026 e crescimento de 2,8% relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A força de trabalho (108,9 milhões) apresentou um incremento de 363 mil pessoas (0,3%), quando comparada com o trimestre de janeiro a março de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve estabilidade.
A análise da ocupação por grupamentos de atividade em relação ao trimestre de janeiro a março de 2026, mostrou aumento nos grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (3,9%, ou mais 235 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,6%, ou mais 489 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
Na comparação com o trimestre de abril a junho de 2025 foi observado aumento nos grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (4,9%, ou mais 293 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,9%, ou mais 541 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Serviços domésticos (5,0%, ou menos 289 mil pessoas).
O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de abril a junho de 2026, em relação ao trimestre de janeiro a março de 2026, mostrou que não houve crescimento em qualquer categoria.
Houve redução no grupamento de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,8%, ou menos R$ 145). A comparação com o trimestre de abril a junho de 2025 mostrou aumento nas categorias: Transporte, armazenagem e correio (4,3%, ou mais R$ 142), Outros serviços (7,5%, ou mais R$ 211) e Serviços domésticos (4,0%, ou mais R$ 55). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.


