
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC teve alta de 0,14% em junho, 0,51 p.p. abaixo do resultado observado em maio (0,65%). No ano, o INPC acumula alta de 3,51% e, na ótica dos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,33%, abaixo dos 4,42% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2025, a taxa havia sido de 0,23%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 10, pelo IBGE. Em Porto Alegre o indicador chegou a 0,39%, acumulando uma alta de 3,31% no ano e 4,64% no acumulado de 12 meses.
Os produtos alimentícios saíram de 1,33% em maio para -0,29% em junho. A variação dos não alimentícios passou de 0,43% em maio para 0,28% em junho. Quanto aos índices regionais, a maior variação ocorreu em Brasília (0,48%), influenciada pelas altas da gasolina (1,74%) e da taxa de água e esgoto (3,71%). A maior queda ocorreu em São Paulo (-0,07%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-1,67%) e do etanol (-3,61%).
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de maio de 2026 a 30 de junho de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 01 de maio de 2026 a 29 de maio de 2026 (base).


