
Acontece na terça e quarta-feira um mutirão de reconsultas para os pacientes que passaram por cirurgia de catarata durante a primeira edição do Programa Nova Visão, promovida no Hospital Universitário (HU), em Canoas. A ação faz parte do acompanhamento pós-operatório dos 751 procedimentos realizados em maio. Na ocasião, foram realizadas 1.619 consultas e 10.916 exames oftalmológicos, todos pelo SUS.
Ao longo dos dois dias, os mais de 300 pacientes retornarão ao hospital para avaliação médica, permitindo que as equipes acompanhem a recuperação visual, verifiquem a evolução clínica e orientem os pacientes. Muitos deles já estão programados para realizar a cirurgia do segundo olho na próxima etapa do programa, prevista para agosto. O Programa Nova Visão é uma iniciativa da Associação Saúde em Movimento (ASM), gestora do HU, com apoio da Prefeitura de Canoas, do Grupo Hospitalar Conceição e do programa Agora Tem Especialistas, do Governo Federal.
Para o CEO da ASM, Cláudio Vitti, o retorno dos pacientes ao hospital representa a consolidação dos resultados obtidos durante o mutirão. “O nosso objetivo sempre será entregar assistência de qualidade e promover a saúde do maior número de pacientes. As consultas de revisão são a certeza de que entregamos para a sociedade qualidade de vida”, ressalta. Para Vitti, a cirurgia é apenas uma etapa do processo e o acompanhamento é fundamental para garantir que os pacientes estejam recuperando a visão da melhor forma possível.
A superintendente do HU, Tatiani Pacheco, ressalta que a ação demonstra o cuidado integral oferecido aos pacientes. A expectativa é que a maior parte dos pacientes apresente evolução satisfatória, confirmando o sucesso dos procedimentos. Além de avaliar a recuperação clínica, as equipes também irão atualizar os cronogramas daqueles que já possuem indicação para a cirurgia do segundo olho.
A segunda edição do Programa Nova Visão está prevista para a segunda quinzena de agosto e deverá contemplar a realização dos procedimentos complementares dos pacientes já atendidos.
Fonte: Fernanda Bassôa / Correio do Povo


