
O Rio Grande do Sul registrou 46.898 novas vagas com carteira assinada no primeiro trimestre de 2026, resultado de 459.259 contratações e 412.361 desligamentos de janeiro a março. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgado nesta quarta-feira, 29. Os números indicam um crescimento de aproximadamente 10% em relação ao saldo anterior, de janeiro a fevereiro, quando o Estado registrou 42.301 postos formais de emprego.
“É importante para o Rio Grande do Sul ter este saldo positivo na questão da empregabilidade já no primeiro trimestre. Isso demonstra a força do início deste ano de 2026 na empregabilidade do nosso Estado”, destacou o secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, José Scorsatto.
O Estado ocupa a quinta posição no ranking das unidades federativas com maior saldo positivo no ano, permanecendo atrás de São Paulo (183,1 mil), Minas Gerais (70,6 mil), Santa Catarina (59,4 mil) e Paraná (56,4 mil). A Região Sul, por sua vez, ocupou o segundo lugar na geração de empregos no país, com 162.708 novos postos, em uma classificação liderada pela Região Sudeste, com 288.598 vagas formais.
MARÇO
Em março, o Rio Grande do Sul registrou 4.054 novas vagas com carteira assinada, resultado de 157.763 contratações e 153.709 desligamentos no mês. Os números acompanham o movimento sazonal típico, principalmente com o desempenho negativo na agricultura, devido a safras como a da maçã e a da uva.
O setor de serviços liderou o ranking de empregos formais criados por grupamento de atividades no mês, com 6.650 novos postos de trabalho. A indústria ocupou a segunda posição, com a geração de 4.738 vagas, seguido do comércio, com 2.148 postos, e da construção, com 936. A agropecuária, conforme esperado, apresentou saldo negativo no mês, com menos 10.418 empregos.
Os cinco municípios com maior número de vagas formais criadas em março foram:
Canoas (680)
Porto Alegre (3.121)
Venâncio Aires (1.790)
Santa Cruz do Sul (1.244)
Novo Hamburgo (687)