
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para a ocorrência de tempestades no Rio Grande do Sul. Após uma sequência de dias de calor intenso, a instabilidade avança sobre o território gaúcho, com risco de chuva localmente forte.
Publicado às 10h desta segunda-feira, 16, o primeiro aviso é classificado com a cor laranja, que indica grau de severidade de perigo. O alerta abrange praticamente todo o estado, incluindo Fronteira Oeste, Região Serrana, Norte, Noroeste, Nordeste, Sudeste, Centro do estado, além da Região Metropolitana de Porto Alegre. A vigência segue até terça-feira, 17.
De acordo com o Inmet, há previsão de volumes de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, além de ventos intensos, que podem variar de 60 a 100 km/h, e possibilidade de queda de granizo.
O comunicado também aponta risco de corte no fornecimento de energia elétrica, danos em plantações, queda de árvores e ocorrência de alagamentos.
Paralelamente, o segundo alerta, classificado como amarelo, permanece válido até as 23h59min de terça-feira. O aviso indica grau de severidade de perigo potencial e abrange grande parte do território brasileiro, com exceção das regiões Nordeste e Sudeste.
Segundo o Instituto, as áreas incluídas neste alerta podem registrar acumulados de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, além de ventos entre 40 e 60 km/h. Nesses casos, o risco de interrupções no fornecimento de energia, queda de galhos e descargas elétricas é considerado baixo.
Em Porto Alegre
A MetSul Meteorologia alerta que, tanto nesta segunda-feira, 16, quanto na terça-feira, 17, há risco de chuva localmente forte em Porto Alegre e em outras cidades da Região Metropolitana.
Apesar da presença de sol entre nuvens, o tempo segue abafado, com calor e alta umidade, condições que favorecem a formação de nuvens mais carregadas, especialmente durante a tarde. Há previsão de pancadas de chuva que, em pontos isolados, podem ocorrer com forte intensidade, acumulando volumes elevados em curto intervalo de tempo e aumentando o risco de alagamentos.
Fonte: Correio do Povo