
Durante a COP30, que acontece em Belém, o Ministério das Cidades lançou um plano de reconstrução para municípios atingidos por desastres ambientais. A ação se tornou ainda mais urgente após o tornado que devastou parte do Paraná. O plano pretende oferecer financiamento para mitigar desigualdades nesses locais.
Na conferência, foi anunciado que o número de países participantes das metas nacionais de combate às emissões de gases do efeito estufa subiu para 111, cobrindo 69% das emissões globais. O cumprimento dessas metas até 2035 poderá resultar em uma redução significativa das emissões.
Em seu discurso de abertura, o presidente Lula criticou o investimento em indústrias bélicas em vez do combate às mudanças climáticas, destacando que sem iniciativas como o Acordo de Paris, o mundo correria o risco de um aquecimento catastrófico. Ele também abordou a ausência dos líderes das nações mais poluentes e enfatizou o custo mais baixo de investir em soluções climáticas.
Com os tufões que atingiram o Sudeste Asiático nesta semana, enquanto áreas da Jamaica e do Brasil ainda estão retirando os destroços de tempestades prejudiciais, os delegados da cúpula da COP30 no Brasil começaram a discutir a melhor forma de ajudar os vulneráveis a resistir à piora do clima e a outros extremos climáticos.
O tema da “adaptação” tem se tornado cada vez mais importante à medida que os países não conseguem controlar as emissões de gases causadores do aquecimento climático o suficiente para evitar o aquecimento extremo associado a desastres climáticos cada vez mais frequentes em todo o planeta.
Com informações do R7