Em janeiro, o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro atingiu R$18,5 trilhões (155,6% do PIB), com queda de 0,8% no mês, resultante do decréscimo de 4,8% no estoque das captações externas – refletindo a apreciação cambial de 5,9% no período. Em doze meses, o crédito ampliado cresceu 14,4%, com avanços de 16,5% nos títulos de dívida e de 11,4% nos empréstimos locais. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 13, pelo Banco Central.
O crédito ampliado às empresas somou R$6,6 trilhões em janeiro (55,2% do PIB), diminuição de 1,9% no mês, ressaltando-se os recuos de 4,4% nos empréstimos externos e de 2,0% nos do SFN. Em relação a janeiro de 2024, o crescimento de 17,8% da carteira decorreu, principalmente, das elevações de 30,1% em títulos de dívida e de 16,8% nos empréstimos externos.
O crédito ampliado às famílias atingiu R$4,3 trilhões (36,3% do PIB), com expansões de 1,1% no mês e de 12,6% em doze meses, refletindo, basicamente, o desempenho dos empréstimos do SFN.