IPC-M sobe 0,01% na 1ª prévia de agosto, aponta FGV

Três das oito classes de despesas que compõem o indicador registraram acréscimo nesta leitura

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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) apresentou alta de 0,01%, próximo da estabilidade, na primeira prévia de agosto dentro do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), ante queda de 0,07% na mesma leitura de julho, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). Três das oito classes de despesas que compõem o indicador registraram acréscimo nesta leitura: Transportes (-0,26% para 1,09%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,37% para 0,18%) e Educação, Leitura e Recreação (0,30% para 0,54%).

Nessas classes de despesas, vale mencionar o comportamento de automóvel novo (-4,87% para 1,81%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-2,51% para -0,38%) e jornal (0,00% para 5,77%), respectivamente.

Por outro lado, houve desaceleração de Alimentação (-0,23% para -0,84%), Habitação (0,15% para -0,40%), Vestuário (0,36% para -0,33%), Despesas Diversas (0,14% para 0,09%) e Comunicação (0,05% para -0,04%), puxados por hortaliças e legumes (0,51% para -6,66%), tarifa de eletricidade residencial (0,26% para -1,65%), roupas (0,38% para -0,42%), alimentos para animais domésticos (1,58% para 0,71%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,04% para -0,12%).

IMPACTO

As maiores pressões para cima sobre o IPC-M na primeira prévia de agosto partiram de gasolina (2,35% para 3,43%), automóvel novo (-4,87% para 1,81%) e passagem aérea (1,74% para 1,95%), junto com plano e seguro de saúde (0,50% para 0,62%) e refeições em bares e restaurantes (0,26% para 0,53%).

Na outra ponta, puxaram o índice para baixo os itens tarifa de eletricidade residencial (0,26% para -1,65%), tomate (-4,39% para -9,44%) e batata-inglesa (15,02% para -13,70%), seguidos por xampu, condicionador e creme (-3,83% para -4,54%) e tarifa de ônibus urbano (0,00% para -2,06%).