DCCI atendeu mais de 1,3 mil ocorrências pelo 190 da BM desde incêndio da SSP

Serviço de emergência direcionado à população em Porto Alegre foi transferido para a sede do 9º BPM

Foto: Alina Souza/CP

Mais de 1,3 mil ocorrências foram atendidas desde a quinta-feira passada até o último fim de semana em Porto Alegre pelo Departamento de Comando e Controle Integrado (DCCI) da Secretaria da Segurança Pública do Estado, após o incêndio e desabamento do prédio da SSP. O rápido restabelecimento do sistema de ligações para o número de emergência 190 da Brigada Militar possibilitou a continuidade do serviço de atendimento à população.

Depois do sinistro, a base de operações do telefone 190 da BM foi transferida para a sede do 9º BPM, na avenida Praia de Belas. Em menos de uma hora após o início do fogo, o atendimento de emergência já estava funcionando através de celulares.

No 9º BPM estão em operação também os canais de emergências do Corpo de Bombeiros Militar (193), da Polícia Civil (197), do Disque-Denúncia da SSP (181) e do Instituto-Geral de Perícias.

O chefe da Divisão de Apoio Operacional do DCCI, major Luciano Rosa, enfatizou que o incêndio na central não levou prejuízo ao atendimento de emergências na Capital, mantido com a mesma equipe que atuava na SSP. “Não temos ocorrências represadas. Estamos nos adaptando ao novo espaço, mas o atendimento ao cidadão segue normalmente”, observou.

Outro serviço que não foi afetado após o incêndio é o monitoramento de apenados com tornozeleira eletrônica, gerido pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), ligada à Secretaria de Administração Penitenciária (Seapen).

A operação do monitoramento eletrônico foi realocada na Academia Civil Integrada de Segurança Pública (Acisp), mas, mesmo antes da nova sede temporária, o serviço seguia em funcionamento.

O diretor da Divisão de Monitoramento Eletrônico da Susepe, Gustavo de Souza Lima, ressaltou a atuação da equipe. “O monitoramento eletrônico da Susepe não parou em nenhum momento após o incidente no prédio da Secretaria da Segurança Pública. Toda monitoração está plenamente reestruturada na Acisp e a população gaúcha pode ficar tranquila de que todo apenado sob monitoramento está sendo fiscalizado”, informou.