
Com programação até quarta-feira (1º), o SICC – Salão de Inovação do Couro e do Calçado segue reunindo mais de 80 marcas expositoras, palestras, painéis e experiências voltadas ao fortalecimento do varejo calçadista. O credenciamento é gratuito para profissionais do setor e pode ser realizado antecipadamente pelo site sicc.com.br ou diretamente no acesso à feira. No primeiro dia, nesta segunda-feira, 29, o evento mostrou que a edição de 2026 vai muito além da apresentação de coleções para a temporada primavera/verão.
Entre os destaques desta edição está o espaço do Selo Desenvolvido no Rio Grande do Sul (DRGS). Nele, bolsas e porta-celulares estão sendo produzidos ao vivo durante a feira, permitindo acompanhar todas as etapas da fabricação em couro e evidenciando a integração da cadeia produtiva. A programação também inclui um espaço dedicado às marcas participantes do selo DRGS e o Museu Nacional da Moda, que apresenta peças históricas ligadas à trajetória da indústria calçadista. Outro destaque é o Palco Moda 360 Talks, que reúne especialistas para discutir temas como comportamento do consumidor, marketing digital, inteligência artificial, branding e tendências para o varejo de moda.
Programação vai além dos negócios
As experiências apresentadas ao longo da feira refletem a proposta que norteia a edição de 2026: reunir negócios, conteúdo e conexões em um mesmo ambiente. Durante a abertura oficial, o diretor-presidente interino da Fenac, Marlos Schmidt, destacou que o papel da feira vai além da comercialização de produtos. “Vivemos um momento que exige união. Indústria, representantes, lojistas, fornecedores e entidades precisam caminhar juntos. Acreditamos nas feiras como ambientes de conexões, conhecimento e geração de oportunidades”, afirmou.
Com esse objetivo, a feira reúne palestras, painéis e atrações voltadas à atualização profissional e ao fortalecimento do relacionamento entre os diferentes elos da cadeia coureiro-calçadista. “Ampliamos a programação desta edição para agregar conhecimento, provocar reflexões e aproximar ainda mais indústria, varejo e representantes. Queremos que o visitante venha para fazer negócios, mas também saia daqui com novos aprendizados e uma visão sobre o futuro do setor”, pontuou.


