
A Fundação O Pão dos Pobres está completando 131 anos e realizará uma comemoração no dia 14 de agosto de 2026. A programação será realizada na quadra de esportes, na sede da Fundação, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre (RS), com atividades nos turnos da manhã e da tarde. A celebração contará com apresentações artísticas de crianças, adolescentes e jovens atendidos pela instituição, além de um momento especial de parabéns e corte do bolo comemorativo, que ocorre nos dois turnos. Durante todo o dia, brinquedos infláveis às crianças. E, no turno da tarde, apresentação da Orquestra e um chá de confraternização com os parceiros da instituição.
“Celebrar os 131 anos da Fundação O Pão dos Pobres é reafirmar nosso compromisso com a transformação de vidas. Ao mesmo tempo em que preservamos nossa história e patrimônio, seguimos olhando para o futuro. E investindo na formação de crianças, adolescentes e jovens e fortalecendo uma missão que atravessa gerações há mais de um século”, afirma José Antônio Marcolan, gerente administrativo da Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio.
Outro importante momento do aniversário será a apresentação do projeto Memorial do Pão dos Pobres, cuja inauguração está prevista para dezembro de 2026, inserido no projeto Um Pão para Partilhar. O memorial encontra-se na fase final do processo de restauro do acervo atingido pela enchente de 2024. Na ocasião, ocorrerá também o descerramento das placas no Campanário, onde está localizado o centenário relógio de carrilhão.
O projeto, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura / Pró-Cultura RS do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, está sendo viabilizado com patrocínio das empresas Vero, Sulgás, Grupo Equatorial, Vitlog Transportes e Cia Zaffari.
A iniciativa de preservação deste patrimônio tombado está sob a gestão da Cult Assessoria e Projetos Culturais e captação de recursos de Cecília Muccillo Daudt – Práxis Gestão de Projetos, e conta, ainda, com o arquiteto responsável Lucas Volpatto e a equipe da Studio1 Arquitetura; pela museóloga Bárbara Hoch e pelas conservadoras-restauradoras Anice Jaroczinski e Diana Bulcão.


