
A taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2026 foi de 5,4%, redução de 0,7 ponto percentual em comparação com o 1º trimestre de 2026 (6,1%) e recuo de 0,4 ponto percentual frente ao 2º trimestre de 2025 (5,8%). Os dados foram divulgado nesta sexta-feira, 14, pelo IBGE.
Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da federação. A taxa de desocupação por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres no segundo trimestre de 2026. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,4%) para os brancos (4,2%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,1%).
No segundo trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização foi de 12,9%. O percentual de desalentados no primeiro trimestre de 2026 foi de 2,1%. No segundo trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos empregados do setor privado no país.
O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no segundo trimestre de 2026 foi de 25,3%. A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.
Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês. No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.
Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
No segundo trimestre de 2026, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 3.738. Este resultado apresentou estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.795) e aumento na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (R$ 3.635).
Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre de 2026, houve estabilidade estatística do rendimento médio em todas as regiões. Em relação ao segundo trimestre de 2025, as regiões Nordeste (R$ 2.645), Sul (R$ 4.238) e Centro-Oeste (R$ 4.362) apresentaram crescimento, enquanto as demais regiões permaneceram estáveis.
A massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 380,3 bilhões, registrando estabilidade em relação ao trimestre anterior (R$ 382,1 bilhões) e aumento frente ao segundo trimestre de 2025 (R$ 367,1 bilhões).


