
O IPC-S da segunda quadrissemana de julho de 2026 subiu 0,20% e acumula alta de 4,14% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 16, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).
Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Alimentação cuja taxa de variação passou de 0,01%, na primeira quadrissemana de julho de 2026 para -0,33% na segunda quadrissemana de julho de 2026.
Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,46% para 0,28%), Despesas Diversas (0,79% para 0,38%), Habitação (0,44% para 0,36%), Vestuário (-0,53% para -0,80%) e Transportes (0,16% para 0,14%). Em contrapartida, os grupos Comunicação (0,84% para 1,73%) e Educação, Leitura e Recreação (0,58% para 0,69%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.


