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Ibovespa B3 sobe 1,58%, com exterior favorável e eleições no radar, e dólar cai a R$ 5,04

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O Ibovespa B3 ganhou terreno no pregão desta terça-feira (20), com um exterior favorável aos ativos de bolsa. A principal referência do mercado acionário brasileiro teve alta de 1,57%, aos 208.295,98 pontos, com as eleições presidenciais também no radar. No mercado internacional, a queda dos preços do petróleo – que começou o dia em alta e ultrapassou os US$ 111 – deu suporte ao arrefecimento dos juros dos treasuries. Essa melhora impactou nos ativos de risco e gerou otimismo nos investidores.

No cenário nacional, o cenário eleitoral antes das eleições definitivas, principalmente do presidente do Brasil que governará entre 2027-2030, segue como foco. Nem as quedas de Petrobras, seguindo o petróleo, nem a da Vale, com a baixa do minério de ferro, fizeram o IBOV cair.

”Com dólar e juros mais baixos, os investidores dão preferência a bancos e a empresas ligadas ao consumo, como as varejistas, que sobem bem. Do outro lado, Petrobras e Vale têm leve queda, acompanhando o recuo do petróleo e do minério de ferro. A chegada de capital estrangeiro e a proximidade do segundo turno continuam em evidência”, Vitor Kayo, economista sênior da Nomad.

Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 208.941,57 pontos na máxima intradiária e 205.082,26 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 41,9 bilhões.  Os juros mais baixos nos títulos públicos globais deram fôlego aos mercados emergentes e por consequência ao real. No fim do dia, o dólar comercial caiu 0,60%, a R$ 5,01.

Bolsas de Nova York

Nas bolsas de Nova York, a queda dos juros de longo prazo dos EUA, com a queda dos preços do petróleo, ajudou os principais índices do mercado. Assim, no pregão, o Dow Jones subiu 1,02%, o S&P 500 ganhou 0,29% e o Nasdaq cedeu 0,02%.

(*) com B3

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