
O Ibovespa B3 emendou a terceira sessão de recuo nesta semana, com dados macroeconômicos do Brasil e do exterior pesando sobre o índice. Nesta quinta-feira, 15, a principal referência do mercado acionário brasileiro cedeu 1,06%, aos 204.324,26 pontos. No cenário local, além do andamento das campanhas e acontecimentos pré segundo turno, o mercado acompanhou os dados do setor de varejo. O volume de vendas no comércio varejista registrou variação de 0,1% em agosto deste ano frente a julho, na série com ajuste sazonal, após queda de 0,8% no mês anterior.
Com esse resultado, a média móvel trimestral para o varejo, depois de recuar 0,1% no trimestre encerrado em julho, volta a apresentar -0,1% de variação no trimestre encerrado em agosto. No exterior, os dados da inflação ao produtor nos Estados Unidos vieram acima do esperado pelos analistas e reforçou a leitura de que o banco central norte-americano deve subir os juros novamente na última reunião do ano.
A medida de preços ao produtor dos Estados Unidos apresentada no levantamento avançou 6,3% em setembro na comparação anual, registrando a maior alta em 12 meses desde o fim de 2022.
Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 206.520,28 pontos na máxima intradiária e 203.110,43 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 40,9 bilhões. O fortalecimento da visão que o Federal Reserve deve subir os juros novamente deu gás ao câmbio e a moeda norte-americana. No fim do dia, o dólar comercial valorizou 1,17%, a R$ 5,08.
Bolsas de Nova York
Apesar dos dados do PPI dos EUA, as bolsas de Nova York subiram com foco em IA e nos desempenhos das empresas de tecnologia, que apresentam balanços nesta semana. Assim, no pregão, o Dow Jones subiu 1,08%, o S&P 500 ganhou 0,33% e o Nasdaq valorizou 0,08%.
(*) com B3

