
Na briga ponto a ponto para conquistar o acesso de volta à elite do futebol brasileiro, o Juventude tem se sentido prejudicado pela arbitragem na reta final da Série B. O ápice aconteceu no empate em 2 a 2 com o Ceará, no último sábado (17), no Castelão, em Fortaleza/CE, pela 34ª rodada.
Além de manifestações fortes de jogadores, do técnico Maurício Barbieri, do executivo de futebol Lucas Andrino e do presidente Fábio Pizzamiglio, o Juventude se manifestou em nota oficial. O clube afirma que “uma sequência inacreditável de decisões equivocadas vem comprometendo a trajetória do Juventude nesta reta final de Série B do Campeonato Brasileiro”.
A reclamação acerca do jogo contra o Ceará diz respeito a três episódios: falta não marcada em Raí Silva, no primeiro gol do Vozão; 11 minutos de acréscimos no segundo tempo; e o pênalti de Rodrigo Sam, que deu origem ao segundo tento da equipe cearense, marcado após revisão do VAR com imagem inconclusiva.
Além do próprio Juventude, a Federação Gaúcha de Futebol emitiu nota oficial acerca dos erros da arbitragem. A entidade manifestou “preocupação com a recorrência de decisões equivocadas em partidas do Esporte Clube Juventude, que não deixam claros e objetivos os critérios adotados e exigem providências efetivas para que não se repitam”.
Com o empate diante do Ceará, o Juventude está fora do G-2, na 3ª colocação, com 61 pontos — mesmo número do vice-líder Novorizontino e um a menos do que o líder Vila Nova. Na próxima segunda-feira (26), às 20h30min, o Ju recebe o Náutico, no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, pela 35ª rodada.

