
Uma nova oficina pedagógica, lançada pelo Ministério da Educação (MEC), busca contribuir para a Educação Financeira de estudantes brasileiros. O curso “Educação Financeira: conhecimento que constrói o futuro”, no âmbito do “Programa Escola e Comunidade” (Proec), visa apoiar profissionais da comunidade escolar na elaboração e realização de oficinas no setor; e envolver estudantes e famílias.
A iniciativa está alinhada ao programa “Na Ponta do Lápis”, instituído em 2025 com o objetivo de promover letramentos financeiro, fiscal, previdenciário e securitário na Educação Básica. A proposta é levar o tema para o cotidiano escolar, conectado à realidade do aluno e às situações que integram a vida das famílias.
De acordo com o MEC, mais do que ensinar a controlar gastos ou guardar dinheiro, a Educação Financeira é ferramenta de formação para a cidadania, capaz de contribuir para que a comunidade escolar desenvolva conhecimentos e habilidades para planejar, avaliar escolhas, reconhecer riscos e tomar decisões de forma mais consciente.
O foco está no desenvolvimento da autonomia, responsabilidade e capacidade de tomar decisões diante de situações concretas do cotidiano. Assim, inclui compreender como o dinheiro circula e modo de organizar um orçamento; permitindo refletir sobre hábitos de consumo, entender o uso do crédito e reconhecer situações que podem representar riscos para a segurança financeira. A abordagem também considera desafios presentes na realidade atual, como o endividamento, os golpes financeiros e digitais e os riscos associados às apostas on-line.
A oficina “Educação Financeira: conhecimento que constrói o futuro” tornou-se, por meio da Resolução n° 7/2026, a temática obrigatória para todas as 26 mil escolas que receberam o PDDE Escola e Comunidade no ciclo 2026.
Guia
- O material aberto apoia oficinas, na construção e realização das abordagens de Educação Financeira.
- O documento oferece orientações, conceitos e propostas que podem ser usados pelos profissionais, conforme a realidade de cada comunidade escolar.
- Propõe trabalhar a diferença entre receitas fixas; e receitas variáveis ou eventuais.
- As atividades permitem refletir sobre situações emergenciais; e o preparo para imprevistos.
- Mais informes.

