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Ibovespa B3 recua 0,51%, com alta de juros nos EUA e à espera do Copom, e dólar fica em R$ 5,15

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O Ibovespa B3 recuou nesta quarta-feira (16), direcionado pela alta dos juros nos Estados Unidos e pela queda de empresas ligadas ao petróleo. A principal referência do mercado acionário brasileiro cedeu 0,51%, aos 185.547,66 pontos, e agora o mercado espera o Copom. Principal foco desta Super Quarta foi a definição do Federal Reserve sobre a taxa de juros dos EUA. Por unanimidade, o banco central norte-americana anunciou o aumento da taxa em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano. O movimento já era esperado pelo mercado, mas essa é a primeira vez desde 2023 que o FOMC sobe as taxas da maior economia do mundo.

Outro ponto de pressão no IBOV foi a queda dos preços do petróleo no mercado internacional após o anúncio do aumento dos estoques de petróleo nos Estados Unidos. A baixa levou as ações das empresas ligadas à commodity a fecharem no vermelho. No cenário local, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, recuou 0,2% em julho de 2026 na comparação com junho, informou o Banco Central do Brasil.

Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 186.738,25 pontos na máxima intradiária e 184.753,98 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 29,8 bilhões. O recuo do petróleo e a demonstração de firmeza do Fed fizeram a curva de juros dos EUA recuar levemente, e com isso, manteve o dólar perto da estabilidade. No fim do dia, o dólar comercial cedeu 0,06, a R$ 5,15.

Bolsas de Nova York

Nas bolsas de Nova York, o tom mais duro do Fed pesou mais que o arrefecimento da commodity de energia. Assim, no pregão, o Dow Jones caiu 1,18%, o S&P perdeu 0,44% e o Nasdaq cedeu 0,01%.

 (*) com B3

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