
Até o final de 2026, o setor de higiene e cuidados pessoais brasileiro deve movimentar cerca de 6,8% a mais que em 2025, totalizando R$ 258,8 bilhões. É o que aponta a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 30 anos, com base em dados oficiais. Nos cálculos são levadas em conta despesas com artigos, como perfume, creme, bronzeador, maquiagem, sabonete, papel higiênico, absorvente e desodorante, além de outros produtos para cabelo, pele, boca, unha etc.
Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá sozinho por R$ 66,6 bilhões das despesas; seguido por Minas Gerais com R$ 25 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 17,7 bilhões; e Rio Grande do Sul com R$ 15 bilhões, praticamente empatado com a Bahia, que soma R$ 14,8 bilhões nos gastos das famílias com beleza e higiene.
Aqui no estado, o crescimento é de 6,7% este ano sobre o ano passado, com destaque para a classe C onde o crescimento entre 2025 e 2026 foi de 13,1%, onde o aumento do número de empresas aumentou 7,19% e superando os 15,5 mil pontos de venda. Já, em ritmo moderado, a quantidade de comércio varejista — que engloba cosméticos, artigos médicos e óticas —, passou de 312.439 para 339.050 estabelecimentos.


