
A nova edição da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida eleitoral. No segundo turno, 44% dos entrevistados afirmam que votarão no petista, enquanto seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), soma 39% das intenções de voto.
O levantamento indica, ainda, uma trajetória ascendente do petista a partir de abril, período em que os índices do oponente começaram a declinar. Votos brancos, nulos ou que declararam não ir votar somam 13%, e os indecisos representam 4%.
Primeiro turno
Para o primeiro turno, foram simulados cenários com duas modalidades de pesquisa. Na espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, o índice de indecisos chega a 51%, superando as citações a Lula (25%) e Flávio (18%). A estimulada resultou em uma diminuição dessa parcela, para 10%. Os votos para o atual presidente somam 39% e para o senador, 30%.
Confira os resultados:
- Lula (PT): 39%
- Flávio Bolsonaro (PL): 30%
- Indecisos: 10%
- Branco / Nulo / Não vai votar: 8%
- Renan Santos (Missão): 4%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Romeu Zema (Novo): 2%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 1%
- Samara Martins (UP): 1%
- Clariana Barão (DC): 0%
- Edmilson Costa (PCB): 0%
- Hertz Dias (PSTU): 0%
- Leonardo Avalanche (PRTB): 0%
O estudo mostra, também, que a disputa está mais acirrada no Sudeste — onde Flávio tem 33%, e Lula, 31% — e no Centro-Oeste (35% a 29%).
O Nordeste segue como o principal reduto do atual chefe do Executivo federal, onde ele tem 59% de apoio, enquanto o senador acumula 20%.
Já na região Sul, a situação se inverte: Flávio registra 43% das intenções de voto, e o candidato do PT, 25%.
Metodologia
Para a pesquisa, foram feitas 2.004 entrevistas domiciliares com indivíduos de todo o país, entre sexta-feira (31) e segunda-feira (3). O estudo está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelo código BR-06591/2026 e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, além de um nível de confiança de 95%.
Fonte: Portal R7


