
Com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades, o Índice FipeZAP registrou aumento médio de 0,46% em julho de 2026, variação muito próxima à apurada no mês anterior (+0,45%). Entre os tipos de imóveis residenciais analisados, a elevação foi relativamente maior entre unidades com um dormitório (+0,55%), enquanto imóveis com dois dormitórios apresentaram a menor variação mensal (+0,39%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 4.
Individualmente, a alta abrangeu 49 das 56 cidades monitoradas, incluindo 18 das 22 capitais que compõem a cesta do Índice FipeZAP. Porto Alegre chegou a um recuo de -0,32%. Enquanto isso, na parcial de 2026, o indicador foi de alta de 2,89% entre janeiro e julho de 2026. E queda de 0,43% no balanço parcial do ano da capital gaúcha. Já no acumulado dos último 12 meses, o Índice FipeZAP passou a registrar alta de 5,46%. Os imóveis com um dormitório lideraram a valorização (+7,29%), contrastando com menor variação de preço entre unidades residenciais com três dormitórios (+4,04%). Já sob a ótica individual, Porto Alegre teve alta de +1,43%.
O preço médio apurado no âmbito do Índice FipeZAP foi de R$ 9.900/m². Entre os tipos de imóveis ofertados nesse período, aqueles que possuíam um dormitório apresentaram o maior preço médio(R$ 12.123/m²), enquanto as unidades com dois dormitórios registraram o menor valor (R$ 8.886/m²). Considerando as 22 capitais que integram o cálculo do Índice FipeZAP, Porto Alegre chegou a R$ 7.476/m².


