
Comprometendo mais de 11,6% do orçamento familiar, o setor automotivo brasileiro será responsável pelo desembolso de R$ Até o final de 2026, as famílias brasileiras vão desembolsar 7% a mais com tratamentos, planos de saúde e medicamentos em relação ao ano passado. Segundo a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo brasileiro, esse montante chegará a R$ 537,5 bilhões. Nos cálculos acima, são levadas em conta despesas com medicamentos e itens para curativos, bem como com bens e serviços relativos a planos de saúde e tratamentos médico e dentário.
O levantamento projeta que R$ 279,7 bilhões sejam gastos só com planos de saúde e tratamentos médico dentário em todo o país, enquanto R$ 257,8 bilhões serão destinados para a compra de remédios. Apenas no Rio Grande do Sul este total chega a R$ 35,5 bilhões, tento os medicamentos na liderança das compras com 8,1% do total. A classe A (10,9%) e C (14,2%) lideram os gastos totais no estado.
Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá por mais de R$ 163,7 bilhões dos gastos com saúde; seguido por Minas Gerais com R$ 62,5 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 51,7 bilhões; Rio Grande do Sul, na quarta posição; e finalmente, Paraná representando R$ 27,7 bilhões nas despesas no setor. Também em alta, está a quantidade de farmácias no Brasil. Do ano passado para cá, quase 4 mil estabelecimentos foram criados, totalizando hoje cerca de 127 mil unidades.


