
O Banco Central elevou sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 1,6% para 2%. A expectativa consta do Relatório de Política Monetária do segundo trimestre, divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira, 25, independente dos juros altos, e dos efeitos do preço do petróleo no mercado internacional, e da guerra no Oriente Médio e seus impactos sobre a economia brasileira. O documento justifica a revisão pelos “estímulos de natureza fiscal e creditícia”.
“A revisão decorre principalmente da surpresa positiva no resultado do primeiro trimestre e da melhora nas perspectivas para agropecuária e indústria extrativa. Ela também reflete a expectativa de maior dinamismo da demanda interna e dos setores mais sensíveis ao ciclo econômico, em grande parte associada a estímulos de natureza fiscal e creditícia”, diz a autoridade monetária.
Em seu Relatório de Política Monetária, o BC aumentou a US$75 bilhões a perspectiva para os Investimentos Diretos no País (IDP) em 2026, contra US$70 bilhões antes. Nas contas do BC, a balança comercial terá superávit de US$78 bilhões neste ano, ante estimativa de US$73 bilhões feita em março.


