
Jon Jones rebateu as alegações do CEO e presidente do UFC, Dana White, sobre sua abstenção no evento da Casa Branca, em Washington, no dia 14 de junho. Nesse sábado, em coletiva, após anunciar Ciryl Gane e Alex Poatan na disputa do cinturão interino dos pesados (até 120 quilos), White disse que não havia planejado a presença de Jones na edição. A narrativa foi desmentida nesta segunda-feira.
“Quero falar sobre os comentários de Dana White no final de semana, porque a verdade importa para mim e aos fãs. Dana, você está irritado sobre o motivo de eu não estar no card da Casa Branca, mas vamos esclarecer as coisas. Minha equipe e eu negociamos luta com o UFC. Negociações reais. Até reduzi meu preço original. E o que foi oferecido em troca? Uma oferta injustamente baixa”, afirmou Jones no X.
Jon Jones também confirmou ter lesão no quadril, mas disse que fazia tratamento com células-tronco e que começaria nesta segunda o camp do UFC Casa Branca.
“Tenho artrite no quadril e isso é doloroso, mas não significa que não posso lutar. Se tivesse aceitado a proposta mais baixa, meu quadril estaria bom e eu estaria no card da Casa Branca? Não faz sentido. Fiz tratamento com células-tronco até a semana passada para estar pronto na Casa Branca. Meu camp estava agendado para começar hoje. Eu estava me preparando para estar pronto. Entendo que negociações as vezes falham, mas não é certo ir a público e dizer coisas que não são verdade”, desabafou.
Jones ainda pediu o fim de seu contrato. “Após tudo que fiz pelo UFC, ouvir que estou acabado é decepcionante, especialmente quando o UFC me contatou na sexta-feira, tentando me colocar no card da Casa Branca, por um preço muito menor. Se o UFC realmente acha que estou acabado, respeitosamente peço minha liberação do contrato. Chega de jogos.”
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