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Vila Farrapos, na zona Norte de Porto Alegre, luta contra os resíduos acumulados após enchente

As cicatrizes deixadas pela enchente são profundas, e a comunidade clama por apoio contínuo e efetivo para evitar que tragédias como essa se repitam

Entulhos ocupam os dois lados das calçadas | Foto: Camila Cunha

O bairro Vila Farrapos, localizado na zona norte de Porto Alegre, está enfrentando dificuldades para lidar com os resíduos que se acumulam nas ruas após a enchente de maio no Estado. A situação crítica vem causando preocupação entre os moradores, que agora se esforçam para limpar e reconstruir suas casas e estabelecimentos comerciais.

As pilhas de entulhos atrapalham o recomeço. Em algumas ruas os resíduos estão dos dois lados da calçadas, dificultando a passagem de pedestre e impedindo a circulação de veículos. Os moradores pedem que as autoridades olhem para o bairro e que façam o recolhimento dos resíduos antes das próximas chuvas. As cicatrizes deixadas pela enchente são profundas, e a comunidade clama por apoio contínuo e efetivo para evitar que tragédias como essa se repitam.

Luciane Leite é apaixonada pelo bairro e tem esperança de que ele recupere sua vitalidade, destacando a forte sensação de comunidade e o sofrimento ao ver a destruição. Ela mencionou que está realizando a limpeza e a reconstrução da casa, com a ajuda de sua irmã, mas que a grande preocupação é o acúmulo de lixo e a iminente chegada de mais chuvas. Relatou que nunca havia visto a água subir tanto e que precisou sair de casa de barco. Ficou fora por um mês e, ao retornar, encontrou muitos móveis danificados. Além dos danos nas residências, Luciane conta que o comércio do bairro também foi muito afetado e muitos ainda permanecem fechados.

“Essa rua aqui é tudo família. Eu amo isso aqui. Não abandono aqui. É muito triste ver o bairro da gente dessa forma. Dói no coração. Eu espero que volte a ser o bairro que era antes. O que está doendo mais na gente é essa sujeira”, destacou.

Antônio Aguiar contou que mora no bairro há 40 anos. Ele espera terminar a limpeza e pintura da casa para poder retornar. “O recolhimento está um pouco atrasado. É muito lixo. Um ajuda com uma coisa, outro com outra e a gente vai reconstruindo”, disse.

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